No Programa Mulheres Sertanejas deste sábado (15), um balanço da Greve Geral contra a Reforma da Previdência de Bolsonaro, os cortes na educação pública e tantos outros retrocessos desse desgoverno. Fique ligado

O Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP), solidário aos trabalhadorxs do campo e da cidade e a toda população, ressalta o apoio e a importância da GREVE GERAL nesta sexta-feira #14dejunho. Vamos dizer NÃO à Reforma da Previdência! Aos cortes na Educação! E a retirada de direitos!

Diga não ao trabalho infantil

De 2014 a 2018, o Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou mais de 21 mil denúncias de trabalho infantil. Na média histórica, o MPT calcula que haja 4,3 mil denúncias de trabalho infantil por ano.  Para reforçar a luta contra esse tipo de trabalho, o MPT lança nesta quarta-feira (12) a campanha nacional Toda Criança é Nossa Criança.

 

Programa discute violência contra as mulheres com deficiência

O Programa Mulheres do Sertão deste sábado (8) debateu sobre violência contra as mulheres com deficiência. O programa é realizado pelo CNMP, na Rádio @vpfm1009 , em Ouricuri, com o apoio de Pão para o Mundo.

 

NÃO HÁ O QUE COMEMORAR!

Encontro de Sementes de Partilha

Lideranças assessoradas pelo Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP) participaram do III Encontro Estadual de Sementes de Partilha, que aconteceu nos dias 29 e 30 de maio, em Serra Talhada, Sertão de Pernambuco, reunindo várias organizações do Estado.
A discussão mais intensa foi o acesso à água e os direitos das mulheres. No encontro, mais de 60% dos participantes eram mulheres. Representando o CNMP estavam a agricultora Raminha, do Sítio Palmeiras, Chã Grande, e Rosemary, do Cefomp, Paulista.
Outro Importante debate foi sobre o enfrentamento às sementes transgênicas nos territórios. Além de mesas de diálogos, intercâmbio e feira de troca de sementes e saberes, as agricultoras e os agricultores conheceram as experiências de gestão de casas de sementes no Estado.
Ao final, o Encontro pontuou como desafios: a continuidade do monitoramento da transgenia e construção de uma política estadual de sementes crioulas.

Projeto Caminhos para Alimentação Saudável promove Balaios e Oficinas

Os Balaios, atividades do Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP) no campo da segurança alimentar e nutricional, estão com uma intensa agenda de seminários e oficinas juntos aos grupos assessorados na Região Metropolitana e Agreste de Pernambuco.
No município de Paulista, o grupo Cefomp realizou um seminário com o tema ‘Comida de Verdade no Campo e na Cidade é um Direito’.
Em Angelin, um grupo do MMTR de mulheres trabalhadoras rurais participaram de uma oficina de aproveitamento integral dos alimentos.
O grupo de Agentes Comunitários de Saúde de Camocim de São Félix também realizou o seu Balaio com uma oficina de beneficiamento e aproveitamento integral dos alimentos.
Ainda aconteceram oficinas em Gravatá, no Recife e em Chã Grande, no Sítio Frexeiras. Os Balaios fazem parte do projeto Caminhos para Alimentação Saudável, do CNMP, com o apoio de Misereor.

VAMOS COMER ALIMENTOS SEM VENENO?

Uma boa notícia é que nesta quinta-feira (30) será inaugurado o Armazém do Campo, que vai vender alimentos sem agrotóxicos, comprados diretamente dos agricultores e das agricultoras dos assentamentos do MST e de outras organizações.

Além das compras, o espaço montou uma animada programação cultural. Vamos juntos de mãos dadas lutar e resistir pela segurança alimentar e nutricional do povo brasileiro.  O momento é grave, com o Brasil voltando ao mapa da fome e os agrotóxicos sendo liberados pelo governo Bolsonaro.

Dia de Combate à Mortalidade Materna

“Quem não fala sobre a morte acaba por se esquecer da vida”, assim nos diz o escritor Rubem Alves, na história _O medo da sementinha_ .

E é de silêncio e medo que viemos falar.
Dia 28 de Maio é o Dia de Combate à Mortalidade Materna e, neste ano, especialmente, convocamos à reflexão sobre a qualidade da assistência.

Segundo o Ministério da Saúde, 92% das mortes maternas são por causas evitáveis e ocorrem, principalmente, por hipertensão, hemorragia ou infecções (estas especialmente relacionadas às situações de abortamento).

No Brasil, a Razão da Mortalidade Materna atingiu em 2016 o patamar de 64, 4 por 100 mil nascidos vivos. Índice muito mais alto do que o considerado aceitável pela OMS, que preconiza que as taxas devem se manter abaixo de 20. (Dados MS)

A OMS também reconhece que “no mundo inteiro, muitas mulheres sofrem abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto nas instituições de saúde.

Tal tratamento não apenas viola os direitos das mulheres ao cuidado respeitoso, mas também ameaça o direito à vida, à saúde, à integridade física e à não-discriminação”, apontando que o cuidado negligente durante o parto é responsável por desfechos negativos e situações ameaçadoras da vida.

Abuso, desrespeito, maus tratos e negligência durante o ciclo gravídico-puerperal tem nome: Violência Obstétrica.

E Violência Obstétrica Mata

Oficina de fortalecimento institucional com as Juremas

O Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP) em mais uma oficina de fortalecimento institucional com as Juremas.
A atividade é realizada por meio do projeto Mulheres e Jovens Tecendo Caminhos Contra a Violência, desenvolvido no Sertão de Pernambuco.