Com a temática “Humanização do parto e nascimento: é possível mudar a forma de nascer?” aconteceu audiência pública organizada pelo Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP), na Câmara Municipal dos Vereadores de Lagoa Grande, no dia 21 de dezembro. O evento é uma das ações do projeto “Mulheres Doulas Articulando Vidas”, com apoio financeiro da União Europeia, e foi realizado em parceria com a Secretaria de Saúde do município e com o Sindicato dos/as Trabalhadores/as Rurais (STR) de Lagoa Grande.

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No Brasil, durante 2015, mais de 84% dos nascimentos na rede privada foram por cesáreas; na rede pública, a taxa foi de 40%. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o número de cesarianas não sobrepasse o 15%. Para reduzir esses números se faz necessário debater sobre a questão da humanização do parto, que se fundamenta em dois princípios: é baseado em evidências científicas e procura outorgar, novamente, o protagonismo do parto à mulher.

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Para dar visibilidade a violência contra às mulheres, o projeto “Mulheres sertanejas na luta” organizou uma Tribuna Cultural no dia 2 de dezembro, no povoado do Jacaré, município de Ouricuri. Durante o evento, aconteceram a exposição “História das mulheres pernambucas”, roda de poesias, panfletagem e filme. Mais de 50 pessoas entre homens e mulheres participaram das atividades, e assistiram o filme “Que horas ela volta?”.

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O dia 25 de novembro é um dia de luta: é o dia internacional de enfrentamento à violência contra as mulheres. Foi dentro desse marco que as mulheres de Lagoa Grande realizaram uma ação cultural pública, no dia 02 de dezembro. O evento aconteceu na praça Hermes Amorim, localizada no centro da cidade e contou com um total de 12 mulheres das formações de Direitos sexuais e Reprodutivos e Doulas do projeto “Mulheres Doulas Articulando Vidas”.

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Boletim De Volta às Raízes

20080110125352

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