PROJETO MULHERES DOULAS SALVANDO VIDAS

#MulheresDoulas Este vídeo, produzido pelo Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP) com o apoio da União Europeia, apresenta o projeto ‘Mulheres Doulas Articulando Vidas para Redução da Morbidade e Mortalidade Materna’, realizado entre 2015 e 2018 em cidades do Sertão de Pernambuco e da Região Metropolitana de Natal. A ação também incluiu o ‘Curso de Formação em Direitos Sexuais e Reprodutivos’ para mulheres das comunidades. Com a palavra, as/os protagonistas dessa história.

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PROGRAMA MULHERES DO SERTÃO DISCUTE REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O programa Mulheres do Sertão deste sábado (6) vai discutir o ato promovido pelo Tribunal de Mulheres, organizado por entidades feministas, que ‘condenou’ a proposta de Reforma da Previdência do governo Bolsonaro, assim como todos os parlamentares que nela votarem. O ato aconteceu na Esplanada dos Ministérios, dia 3, em Brasília.

Para saber mais sobre os prejuízos da Reforma da Previdência para as mulheres e conhecer o trabalho do Tribunal de Mulheres, sintonize no programa Mulheres do Sertão, realizado todos os sábados pelo Centro Nordestino de Medicina Popular, na Rádio Voluntários da Pátria, em Ouricuri. O programa conta com o apoio da organização alemã Pão para o Mundo.

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VIVA SÃO JOÃO!

O Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP) deseja um forró danado de bom, no melhor estilo das nossas tradições.
VIVA SÃO JOÃO!
VIVA SÃO PEDRO!
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8 de Março é dia de luta!

São mais de 500 mulheres vítimas de agressões físicas a cada ano no Brasil e mais de mil estupros por dia. Não há o que comemorar! União e enfrentamento são urgentes!

Hoje vamos de mãos dadas para a Praça do Derby, a partir das 14h, contra o machismo, o racismo, por respeito, igualdade e pela previdência social pública.

Nesse cordão, ninguém solta a mão de ninguém ????????????

Imagem: oficina de grafitagem do projeto do CNMP Mulheres e Jovens Tecendo Caminhos Contra a Violência, realizada na Virada Cultural de Santa Filomena, Sertão de Pernambuco.

Virada Cultural discute Feminicídio

O debate sobre a cultura da violência e o feminicídio foi intensificado em mais uma Virada Cultural realizada pelo CNMP no Sertão de Pernambuco. Desta vez, com os alunos e monitores do Instituto Federal de Ouricuri, no Sertão do Araripe.

O primeiro momento da Virada, que coincidiu com a II Semana de Humanidades do IF, começou na noite do dia 29 com um debate sobre Violência e Feminicídio e contou com a participação da coordenadora do projeto Mulheres e Jovens Tecendo Caminhos Contra a Violência, do CNMP, Vera Guedes, e mulheres convidadas que atuam no campo da defesa dos direitos das mulheres no Estado e contra a violência.

No segundo dia, 30 de novembro, a Virada Cultural foi retomada com Roda de Diálogo com os monitores do IF. Também foram realizadas com os alunos oficinas de fanzine, literatura e grafitagem. Essa já foi a quarta Virada Cultural realizada este ano pelo CNMP no Sertão de Pernambuco.

Um basta na violência contra a mulher na Virada Cultural de Santa Filomena

As diversas formas de violência contra a mulher e como enfrentar esse desafio? Essas foram  questões centrais em todas as atividades desenvolvidas na Virada Cultural Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres realizada pelo Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP), em parceria com o Sindicato de Trabalhadores Rurais de Santa Filomena, com as/os estudantes do Erem Raimundo de Castro Ferreira, em Santa Filomena, Sertão do Araripe.

As atividades da Virada, que aconteceu nos dias 19 e 20 deste mês, começaram com uma palestra que teve a participação da diretora do Erem, Francisca Lino, do chefe de Polícia Científica do Sertão do Araripe, Thiago Magalhães, da coordenação do Fórum de Mulheres do Araripe, Gesia Cristina Gomes, da coordenadora Regional da Secretaria Estadual da Mulher, Lourisvanda Souza, e da socióloga e militante do Fórum de Mulheres de Pernambuco, Sophia Branco. Essa é a terceira Virada Cultural realizada pelo CNMP no Sertão por meio do projeto Mulheres e Jovens Tecendo Caminhos Contra a Violência, coordenado pela educadora Vera Guedes.

Entre as questões colocadas pel@s palestrantes para reflexão d@s alun@s destacaram-se: “as mulheres não devem encarar qualquer tipo de violência como algo aceitável”, “a problemática de dependência financeira e emocional”, “relacionamentos abusivos nos quais a mulher é vista como objeto, que pertence a alguém”, “a construção da identidade masculina na sociedade machista”, entre outros pontos. Em seguida, @s estudantes fizeram perguntas e deram depoimentos sobre situações de violência vivenciadas fora e dentro de suas casas.

Após a palestra, @s alunos participaram de oficinas de cinema, fanzine, leitura, libras, grafite e dança, realizadas nos dois dias da Virada. As oficinas tiveram como proposta de trabalho despertar questionamentos e reflexões sobre a violência contra a mulher. A discriminação racial também foi abordada já que a Virada Cultural de Santa Filomena aconteceu na Semana da Consciência Negra.