Projeto Mulheres Doulas faz Seminário de Avaliação no RN

O segundo Seminário de Avaliação e Conclusão do projeto Mulheres Doulas Articulando Vidas foi realizado no dia 6 de novembro, em Natal, reunindo dezenas de mulheres doulas, profissionais e gestores de saúde e mulheres que participaram da formação em Direitos Sexuais e Reprodutivos. O projeto, que teve início de 2015, é desenvolvido pelo Centro Nordestino de Medicina Popular (CNMP) com o apoio da União Europeia. Ao todo, nove municípios foram beneficiados, sendo seis no Sertão de Pernambuco e três da Região Metropolitana do Rio Grande do Norte, incluindo Natal.
O Seminário começou com uma mística de acolhimento, apresentação dos participantes e café da manhã. Em seguida, formaram-se três grupos para avaliar as descobertas, mudanças e os impactos que aconteceram na vida das pessoas a partir da formação do projeto. Ainda pela manhã, os grupos fizeram a apresentação dessa avaliação.
Após o almoço, as participantes retomaram às atividades com a coordenadora do projeto, Solô Paiva, realizando uma apresentação da trajetória do Mulheres Doulas Articulando Vidas durante os três anos de atuação nos dois estados. Depois, as mulheres se reuniram em grupos de acordo com os seus municípios: Parnamirim, São Gonçalo do Amarante e Natal. O objetivo foi colocar no papel as propostas de continuidade das ações do projeto nos seus territórios.
Entre descobertas, desafios, saberes e avanços, algumas colocações apresentadas pelos partcipantes são grande relevância para humanização do parto, empoderamento feminino, apropriação do conhecimento sobre o seu corpo e crescimento pessoal.
Confiram algumas frases das participantes do projeto o Rio Grande do Norte:
“O mais bonito nesses três anos foi o despertar das mulheres para o reconhecimento dos seus direitos, assumindo de fato sua cidadania”.
“Hoje já somos convidadas para darmos palestras e orientações sobre direitos sexuais e reprodutivos em escolas da comunidade”.
“Não queremos perder o vínculo com o CNMP, pois nos ajudou a colocarmos os pés no chão, nos deu luz e nos abriu as portas das instituições públicas”.
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